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O desenvolvimento da Genética acarreta uma série de questões ético-morais. É certo cada individuo terá uma posição muito própria no que toca a estas questões, no entanto é imperativo chegar a um consenso entre a sociedade tendo em mente, mais do que a moral, a liberdade de escolha e o conceito de que “a minha liberdade termina onde a dos outros começa”.

 

 

   Dever-se-á informar a família ou cônjuge de um indivíduo portador de uma doença passível de ser transmitida aos descendentes ou afectar outros elementos da família?

 

 

   Cada pessoa terá o direito de se manter ignorante relativamente ao seu status genético?

 

 

   Poderão os pais portadores de determinada desordem apelar para o aborto de crianças normais (ex.: pais surdos que se recusam a educar uma criança com audição)?

 

 

   Poder-se-á criar uma situação de discriminação e estigmatização dos indivíduos em risco, relativamente aos outros?

 

 

   O conhecimento, traumático para uns, poderá ser utilizado no estudo de tratamentos benéficos, para outros?

 

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